Lorde para The Sidney Morning Herald.

Isso é grande. É o tão grande quanto possa chegar. O que é porque não há tedio na garota de 17 anos Ella Yelich-O’Connor no pensamento de que sua canção ainda é número um nas paradas americanas.

“Ainda é uma coisa,” a artista Lorde diz com uma risada. “Oito semanas, certo?”
Oito semanas e contando pelo seu single, Royals, que está virando uma das maiores músicas do ano. Isso não é pouco para uma garota que veio do subúrbio de Davenport, Auckland que acabou de completar seu ano final de escola. E uma razão porque Lorde e a não mais velha pessoa a ficar no topo das paradas Alicia Keys que é até agora a estrela secreta da premiação do domingo ARIA.

Todos os que sugerem que a primeira apresentação de televisão americana da Lorde pode ser uma lição oportuna para a indústria local de sucesso doméstico esse ano mas que ainda procura por sua próxima estrela internacional.
Você poderia argumentar que, para a premiação, ter a Lorde – que escreve, produz e apresenta suas músicas tão bem quanto um escritor de prosa habilidoso – é dizer para nossos próprios artistas que você consegue fazer isso e consegue fazer sem ser uma cópia da Beyonce ou uma imitação de uma banda britânica de dois anos atrás. E, considerando seus alegres comentários sobre a fama e a estupidez dos famosos, você consegue realizar isto sem o tornar uma gentil figura pública.

“Quando eu comecei a fazer música eu não tinha fotos de imprensa, feito entrevistas, e eu estava pensando, eu serei misteriosa porque eu escutava à muita música eletrônica e eu admirava aquela pessoa. Quando as coisas se desenvolveram, eu percebi que estava entrando na principal corrente e eu não sabia se o pop realmente precisava de uma figura inacessível. Eu estava pensando, eu sou uma adolescente fazendo isso, e eu sou tão nova em relação a isso e eu estou aprendendo como os outros adolescentes estariam nesta situação então eu devo ser sincera sobre isso.”

Eu perguntei se ela viu algum artista australiano compatível, Lorde mencionou o rapper de Melbourn Allday (“ele é informal e engraçado”) e Flume, que faz música eletrônica, de 22 anos de idade e que é de Sydney e recebeu nove indicações para o ARIA o que confirma um ano de sucesso.

“Tem algumas eletrônicas legais que vem da Austrália e eu realmente gosto do que ele está fazendo, o sucesso do Flume trouxe muitas pessoas que acham que elas podem fazer o que eles fez, o que é legal.”

Se Flume for uma nova estrela, Lorde tem um conselho: tome e continue com o controle.

“Essa é a minha coisa todos os dias, 24 horas… eu faço música.”

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